quinta-feira, janeiro 27, 2022

O erro e o estranho detalhe no luto de Bolsonaro por Olavo

Presidente confunde o pesar dele com o do país, comete equívoco e mostra mais uma vez não entender o papel da presidência

Ao decretar luto oficial de um dia pelo escritor Olavo de Carvalho, o presidente Jair Bolsonaro mais uma vez demonstra nao ter entendido até hoje, mais de três anos depois, o que é o papel do presidente.

Ele acha que o seu sentimento é o do país, e acha que luto oficial – ou declarações publicas de pesar – são apenas quando ele sente.

A lista das grandes personalidades que o Brasil perdeu nos últimos anos é enorme. Em nenhum delas o presidente se manifestou.

Do inventor da Bossa Nova, João Gilberto, à mulher que atravessou quase sete décadas brilhando na arte brasileira, Elza Soares.

Do grande compositor Aldyr Blanc à maravilhosa atriz Nicete Bruno.

Pessoas que marcaram a vida do país como a sambista Beth Carvalho, a atriz Bibi Ferreira ou atriz Eva Wilma…. sambistas como Nelson Sargento e Monarco.

O Brasil sentiu, chorou e a presidência se calou.

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Uma das raras manifestações de pesar veio após a morte do pouco conhecido, culturalmente irrelevante e agressor de mulher MC Reaça. Só porque ele havia apoiado Bolsonaro na campanha.

Até os seus ex-aliados ele ignorou, como o senador Major Olímpio, ou o seu ex-chefe de campanha e ex-ministro Gustavo Bebbiano.

O critério de Bolsonaro é pessoal. Se ele gosta, ele lamenta.

Isso é normal quando não se exerce cargo público, mas a presidência é uma representação do país, tem que refletir o pensamento coletivo.

O país chora seus mortos sozinho, e o presidente usa o cargo para selecionar aqueles que deve homenagear.

Outra coisa esquisita é que normalmente são três dias de luto, e ele decretou apenas um dia. Um estranho detalhe no caso. A lei abre a possibilidade de um porque diz que o governo poderá decretar “até três dias” de luto “no caso de falecimento de autoridades civis ou militares”.

Segundo informado à coluna, existe já um consenso na administração pública de que se faça por três dias ou sete dias, se a autoridade tiver prestado serviços notáveis e relevantes.

Mas o que houve de mais grave nesses tempos é que o Brasil enterrou mais de 600 mil pessoas vitimadas pela Covid enquanto Bolsonaro perguntava “e daí?”, ou dizia não ser “coveiro”, ou afirmava “que todos morrerão”…

Ao decretar luto oficial de um dia pelo escritor Olavo de Carvalho, o presidente Jair Bolsonaro mais uma vez demonstra nao ter entendido até hoje, mais de três anos depois, o que é o papel do presidente.

Ele acha que o seu sentimento é o do país, e acha que luto oficial – ou declarações publicas de pesar – são apenas quando ele sente.

A lista das grandes personalidades que o Brasil perdeu nos últimos anos é enorme. Em nenhum delas o presidente se manifestou.

Do inventor da Bossa Nova, João Gilberto, à mulher que atravessou quase sete décadas brilhando na arte brasileira, Elza Soares.

Do grande compositor Aldyr Blanc à maravilhosa atriz Nicete Bruno.

Pessoas que marcaram a vida do país como a sambista Beth Carvalho, a atriz Bibi Ferreira ou atriz Eva Wilma…. sambistas como Nelson Sargento e Monarco.

O Brasil sentiu, chorou e a presidência se calou.

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Uma das raras manifestações de pesar veio após a morte do pouco conhecido, culturalmente irrelevante e agressor de mulher MC Reaça. Só porque ele havia apoiado Bolsonaro na campanha.

Até os seus ex-aliados ele ignorou, como o senador Major Olímpio, ou o seu ex-chefe de campanha e ex-ministro Gustavo Bebbiano.

O critério de Bolsonaro é pessoal. Se ele gosta, ele lamenta.

Isso é normal quando não se exerce cargo público, mas a presidência é uma representação do país, tem que refletir o pensamento coletivo.

O país chora seus mortos sozinho, e o presidente usa o cargo para selecionar aqueles que deve homenagear.

Outra coisa esquisita é que normalmente são três dias de luto, e ele decretou apenas um dia. Um estranho detalhe no caso. A lei abre a possibilidade de um porque diz que o governo poderá decretar “até três dias” de luto “no caso de falecimento de autoridades civis ou militares”.

Segundo informado à coluna, existe já um consenso na administração pública de que se faça por três dias ou sete dias, se a autoridade tiver prestado serviços notáveis e relevantes.

Mas o que houve de mais grave nesses tempos é que o Brasil enterrou mais de 600 mil pessoas vitimadas pela Covid enquanto Bolsonaro perguntava “e daí?”, ou dizia não ser “coveiro”, ou afirmava “que todos morrerão”…

Ao decretar luto oficial de um dia pelo escritor Olavo de Carvalho, o presidente Jair Bolsonaro mais uma vez demonstra nao ter entendido até hoje, mais de três anos depois, o que é o papel do presidente.

Ele acha que o seu sentimento é o do país, e acha que luto oficial – ou declarações publicas de pesar – são apenas quando ele sente.

A lista das grandes personalidades que o Brasil perdeu nos últimos anos é enorme. Em nenhum delas o presidente se manifestou.

Do inventor da Bossa Nova, João Gilberto, à mulher que atravessou quase sete décadas brilhando na arte brasileira, Elza Soares.

Do grande compositor Aldyr Blanc à maravilhosa atriz Nicete Bruno.

Pessoas que marcaram a vida do país como a sambista Beth Carvalho, a atriz Bibi Ferreira ou atriz Eva Wilma…. sambistas como Nelson Sargento e Monarco.

O Brasil sentiu, chorou e a presidência se calou.

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Uma das raras manifestações de pesar veio após a morte do pouco conhecido, culturalmente irrelevante e agressor de mulher MC Reaça. Só porque ele havia apoiado Bolsonaro na campanha.

Até os seus ex-aliados ele ignorou, como o senador Major Olímpio, ou o seu ex-chefe de campanha e ex-ministro Gustavo Bebbiano.

O critério de Bolsonaro é pessoal. Se ele gosta, ele lamenta.

Isso é normal quando não se exerce cargo público, mas a presidência é uma representação do país, tem que refletir o pensamento coletivo.

O país chora seus mortos sozinho, e o presidente usa o cargo para selecionar aqueles que deve homenagear.

Outra coisa esquisita é que normalmente são três dias de luto, e ele decretou apenas um dia. Um estranho detalhe no caso. A lei abre a possibilidade de um porque diz que o governo poderá decretar “até três dias” de luto “no caso de falecimento de autoridades civis ou militares”.

Segundo informado à coluna, existe já um consenso na administração pública de que se faça por três dias ou sete dias, se a autoridade tiver prestado serviços notáveis e relevantes.

Mas o que houve de mais grave nesses tempos é que o Brasil enterrou mais de 600 mil pessoas vitimadas pela Covid enquanto Bolsonaro perguntava “e daí?”, ou dizia não ser “coveiro”, ou afirmava “que todos morrerão”…

Juiz Gabriel Veloso manda prender Raquel a pedido do MP; acusada de matar namorado descumpriu cautelares

O juiz criminal Gabriel Veloso mandou prender Raquel Travassos por descumprir medidas cautelares. Ela é acusada de matar o namorado Matteo Lima dos Santos, em junho do ano passado.

 Raquel foi presa a pedido do Ministério Público, alertado pelo assistente de acusação que juntou vídeo que mostra a acusada, fora de casa após 21 horas, entrando em um hotel à 1h30 da madrugada.

 Raquel foi detida por policiais civis na casa da avó. A acusada será apresentada na manhã desta sexta-feira (28) para a audiência de custódia.

 Ontem (26), este Portal revelou em primeira mão que a justiça negou o pedido da defesa da acusada para que ela participasse de cultos religiosos após o horário determinado em processo.

 O mandado de prisão preventiva foi decretado nesta quarta-feira (26). "Prenda e recolha à cadeia, a acusada Raquel Silva Travassos, uma vez que foi decretada sua prisão preventiva para a garantia da ordem pública diante do descumprimento das medidas cautelares impostas no processo", determinou o juiz Gabriel Veloso.

De acordo com o despacho do magistrado, houve duas quebras de medidas cautelares: se recolher na sua residência todos os dias úteis até às 21 horas e lá permanecer até às 07h00. Se recolher em sua residência durante as 24 horas do dia naqueles que não forem dias úteis.

"Assim, houve o total desrespeito às medidas cautelares impostas, pois a acusada não permaneceu em casa no horário fixado, ou seja, após às 21h00, no dia 21/01/2022, bem como, que não permaneceu em sua casa nas 24 horas do sábado (22/01), além disso, a acusada não possuía nenhuma autorização judicial para deixar de cumprir as medidas cautelares, muito pelo contrário esse juízo proferiu decisão mantendo as duas obrigações fixadas para a acusada se manter em liberdade", destaca no documento.

 Para o juiz, a acusada descumpriu de forma intencional as duas medidas cautelares, demonstrando total falta de respeito com o Poder Judiciário, “bem como a necessidade de restabelecimento da prisão preventiva da acusada, para a garantia da ordem pública, pois os fatos, se mantidos no ver desse juízo levarão a total descrédito do Poder Judiciário”.

Fonte: Portal OEstadonet

É mais fácil ofender do que contrapor uma opinião

A popularização da Internet tem sido, sem dúvida alguma, um grande ganho para toda a humanidade, embora por conta da pobreza, em muitos países, muita gente, ou tem acesso precário, ou não tem acesso a ela.

Esse é um lado da questão. O outro, é que essa democratização veio com alguns efeitos colaterais, como a dependência de milhões de pessoas, seja através de jogos viciantes, que causam dependência em muita gente, seja por meio do tempo excessivo que muitos gastam na frente de suas telas de computador, celular ou tablet, ou seja por outros tipos de mau uso.

Creio que os benefícios são sempre maiores que os danos, porém, tem gente que se não era grande coisa antes da Internet, no que diz respeito a buscar mais conhecimento, com a chegada dessa facilidade acentuou sua superficialidade.

Essas pessoas que leem apenas a manchete de uma notícia, encaixam-se na afirmativa do professor Leandro Karnal, que certa vez, questionado por um acadêmico, em um programa da TV Cultura, de São Paulo, se hoje em dia as pessoas estão mais cultas por causa da Internet, ele respondeu:

- Hoje as pessoas estão menos cultas, e sabem por quê? Porque a maioria lê apenas a chamada de uma notícia, ou de um texto qualquer, sem procurar entrar nos detalhes. Por isso, vivemos numa geração que sabe quase nada, de quase tudo.

Definição perfeita.

Pois é. E o pior disso é que muitos leitores superficiais ficam zangados ao lerem certas chamadas nas mídias, sejam elas em jornais, revistas ou qualquer rede, e em vez de procurarem saber dos detalhes, saem atirando para todo lado contra os autores.

Quando eu emito a minha opinião em um determinado texto, e o torno público, estou me submetendo ao julgamento dos leitores, que podem ou não concordar comigo, tendo todo o direito de criticar, desde o façam com urbanidade. Todavia, muitos ignorantes partem logo para o ataque, antes mesmo de conhecerem o conteúdo da informação.

Creio que quase todo jornalista que alimenta plataformas digitais já passou, passa ou passará por esse incômodo. Ainda ontem tive o dissabor de me deparar com uma crítica/ofensa infundada, de um leitor que claramente só leu a manchete.

Eu apenas republiquei uma notícia sobre as terríveis condições em que se encontra o trecho da Santarém-Cuiabá, entre Novo Progresso e Castelo de Sonhos, que virou um pesadelo para caminhoneiros e condutores de carros menores, que utilizam aquele pedaço da rodovia. 

A única interferência que tive no texto foi mudar a chamada, o que foi bastante para despertar a ira de um bolsonarista, que parece ter pouco tempo para ler, mas, tempo de sobra para tripudiar quem publica qualquer coisa que lhe desagrade. É essa gente radical que tumultua o cenário.

A Internet, em si, é boa. O bom ou mau uso dela depende do caráter de cada um. Quem tem bom caráter não ofende os outros; apresenta seu ponto de vista, mesmo que seja discordante, sem apelar para a ignorância.

Jota Parente

quarta-feira, janeiro 26, 2022

Pode isso, Arnaldo? Vereador toma vacina contra covid e vai participar de ato antivax em Londres

O vereador bolsonarista de Belo Horizonte (MG) Nikolas Ferreira (PRTB) se vacinou contra covid-19 para poder viajar ao exterior neste mês. Um dos compromissos do parlamentar em solo europeu foi um ato antivacina.

No ano passado, o vereador tomou a primeira dose do imunizante, mas reforçou ser contrário a imunização, e disse que só se vacinou para fazer uma viagem a trabalho na Europa em janeiro de 2022. “Estou me sentindo imposto [a tomar a vacina contra COVID-19] porque estou indo para uma viagem importante. Eu não ia deixar de viajar. Mas foi algo contra a minha vontade”, disse a um podcast na época.

Em storie publicado no Instagram na última segunda (24/1), Nikolas aparece em um protesto contra a vacinação. O vereador está do lado de uma ativista que segura um cartaz com os dizeres: “Please, don’t jab kids” (“Por favor, não vacinem as crianças”, em livre tradução”).

Ao jornal Estado de Minas, Nikolas negou ser contrário à imunização de crianças. O político ponderou que é contra o que chama de “coerção dos pais para adesão à campanha”. “Existe uma coerção aos pais. Eles precisam autorizar a vacina, mas são pressionados até cederem. Tem todo um discurso de que, se eles não levarem os filhos para a vacinação, eles não têm empatia, não se importam com as crianças. Isso não é liberdade. Liberdade sob pressão não é liberdade. Para mim, os pais é que decidem sobre os filhos. O estado não pode querer tomar nossas crianças”, defende o vereador.

Brasileiros precisam ter tomado as duas doses da vacina contra covid-19 para entrar na Inglaterra sem fazer quarentena.

O vereador recebeu críticas de membros da Câmara Municipal de BH. A vereadora Duda Salabert (PDT) classificou o ato do colega como irresponsável. “O dever da Câmara é lutar pela aceleração da vacinação de crianças para um retorno mais seguro às aulas. Então, acho bastante irresponsável que o vereador se posicione desta maneira em relação à vacinação infantil. E especialmente num contexto em que a COVID-19 mata mais do que muitas doenças infecciosas”, comentou Duda ao Estado de Minas.

Além de Londres, Nikolas passou por outros países europeus como Bélgica, Portugal e Luxemburgo, no que ele chamou de “missão religiosa”. A Câmara Municipal de BH confirmou ao Estado de Minas que a instituição não financia a viagem do vereador ao exterior.

Fonte: Correio Brasiliense

Ocupação em UTIs pediátricas para Covid atinge 80% ou mais em 7 estados

Para governo do RN, avanço na vacinação pode ajudar a frear casos mais adiante


IO DE JANEIRO, PORTO ALEGRE , RECIFE e SALVADOR

Ao menos sete estados brasileiros estão com uma ocupação de 80% ou mais dos leitos de UTI (unidade de terapia intensiva) pediátricos para o tratamento de crianças com Covid-19.

Em geral, as redes estaduais contam com poucos leitos desse tipo para crianças com a doença, pois estes demandam equipamentos específicos e equipes especializadas. Ao menos oito estados têm menos de uma dezena de leitos para atender a esse público.

Em três estados, a ocupação dos leitos infantis atingiu o patamar de 100%, caso de Mato Grosso do SulMaranhão e Rio Grande do Norte. Outros quatro enfrentam cenário crítico, com ocupação de 80% ou mais: CearáBahiaPernambucoGoiás.

Ao todo, foram levantados pela Folha dados de 18 estados e do Distrito Federal. Oito não responderam ou informaram que não divulgam separadamente os dados de leitos para crianças e para adultos.

Em Mato Grosso do Sul, a ocupação das UTIs pediátricas chegou a 160% na última segunda-feira (24), com cinco vagas e oito crianças internadas —duas com Covid e seis com suspeita da doença. Nesta terça (25), a taxa de ocupação diminuiu para 100%, com cinco internados.

Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde explicou que, quando há necessidade, os pacientes de Covid são alocados em leitos não exclusivos para a doença, por isso o número de internações nas UTIs pediátricas é maior que a oferta de leitos. A pasta disse ainda que as unidades não exclusivas foram adaptadas para receber pacientes da doença.

Com quase 74% da população completamente imunizada, Mato Grosso do Sul vacinou 17.541 crianças de 5 a 11 anos até esta terça (25). A estimativa é que haja pouco mais de 300 mil crianças nessa faixa etária no estado.

No Rio Grande do Norte, as seis UTIs pediátricas públicas estão ocupadas –três leitos estão na região metropolitana de Natal e outros três na região do Alto Oeste.

Em reunião na manhã desta quarta (26), o governo do estado definiu a expansão de leitos de UTI pediátrica no hospital de referência para Covid-19, chegando a dez vagas nos próximos dias.

A avaliação do governo é que o avanço na vacinação infantil pode ajudar a frear os casos mais adiante. A procura no Rio Grande do Norte, porém, ainda está abaixo do esperado, o que tem levado a reforço nas campanhas. "Não tem como suportar negacionismo neste momento", diz a secretária-adjunta de saúde do estado, Lyane Ramalho.

O cenário é semelhante no Maranhão, onde 100% dos seis leitos de UTI pediátricos para Covid-19 da rede estadual estavam ocupados nesta quarta (26). Embora não haja fila de espera, a Secretaria Estadual de Saúde informou que serão abertos mais 12 novos leitos nos próximos dias.

Na Bahia, a taxa de ocupação de leitos de UTI pediátricos da rede pública –que inclui as esferas estadual, municipal e federal– era de 93%. Ao todo, 27 das 29 vagas estão ocupadas, segundo dados da Secretaria da Saúde do Estado desta quarta (26).

No Hospital Couto Maia, referência em doenças infectocontagiosas em Salvador, todos os 20 leitos de terapia intensiva pediátricos estão ocupados. "Nunca tivemos uma pressão como esta", afirma a diretora do hospital, Ceuci Nunes.

Homem é morto pelos filhos a pauladas após matar a esposa e esconder o corpo

Localizado após o crime, Sendomar de Oliveira disse aos filhos que jamais encontrariam o corpo da mãe

A polícia de Caldas Novas, em Goiás, investiga o assassinato de Sendomar Lucindo de Oliveira, de 54 anos, morto pelos próprios filhos a pauladas por, supostamente, se recusar a revelar onde teria deixado o corpo da esposa depois de matá-la. O crime ocorreu entre a noite da segunda (24) e a madrugada de terça (25). As informações são do portal Metrópoles.

De acordo com os depoimentos de testemunhas e familiares, Sendomar disse aos filhos que eles nunca encontrariam o corpo da mãe, Edna Gonçalves dos Santos, de 47 anos. O casal desapareceu no último dia 24, o que levou os filhos a procurarem ajuda na Delegacia de Caldas Novas.

Os irmãos Bruno Gonçalves de Oliveira, de 28 anos, e Lucas Gonçalves de Oliveira, 26, já suspeitavam que algo estava acontecendo e iniciaram buscas por conta própria na região da chácara onde os pais moravam. Por volta das duas da madrugada eles encontraram o carro do pai abandonado em uma estrada.

Sendomar foi visto correndo sem roupas do meio do mato e com marcas pelo corpo. Ao ser questionado pelos filhos sobre o paradeiro da esposa, ele se recusou a responder e ainda assegurou que eles nunca a encontrariam. Revoltados, os dois jovens amarraram-no em uma árvore e passaram a agredi-lo com um pedaço de pau.

A polícia acredita que, depois de matá-lo, os irmãos teriam tentado incendiar o corpo do pai usando óleo diesel. No local do crime foram encontrados um galão de óleo, cordas e um pedaço de pau que eles utilizaram na tortura.

O corpo de Edna só foi encontrado mais de nove horas depois pela equipe do Corpo de Bombeiros. Após uma varredura na região, o cadáver foi localizado em um ponto próximo à ponte do Rio Pirapitinga, com marcas semelhantes a facadas.

Os dois irmãos foram presos em flagrante e devem passar por audiência de custódia. Eles foram conduzidos para o presídio da cidade e não ofereceram resistência no momento da prisão, limitando-se apenas ao silêncio.



Olavo deixa dívida milionária como herança, disse filha

A filha Heloísa de Carvalho ironizou a insinuação de que o pai tinha algum bem para herdar aos descendentes. "Usem o miolo uma vez na vida, olavetes", disse.

Na manhã desta quarta-feira (26), uma das filha do escritor, Heloísa de Carvalho Martin Arribas, ironizou as alegações de que Olavo teria deixado qualquer herança para os filhos.

“Herança? Q herança, ele deve milhões de indenizações, não tem essa grana toda pra pagar, tudo o q tinha correu e passou para o nome da minha irmã, dando rasteira nos credores e nos meus irmãos. Pelo amor olavettes usem o miolo pelo menos uma vez na vida”, afirmou Heloísa no Twitter.

Olavo de Carvalho deixou 8 filhos e 18 netos. Heloísa é a filha primogênita e a pessoa da família que mais falou abertamente sobre a relação conturbada com o pai.

DÍVIDAS

O filósofo  morreu antes de pagar uma condenação na esfera cível que havia sofrido. Olavo tinha sido condenado a pagar R$ 2,9 milhões ao cantor Caetano Veloso.

Familiares e um médico particular alegaram que ele morreu de causas naturais, mas Heloísa diz que Olavo faleceu por consequência da Covid-19.

Fonte: Metrópoles